quinta-feira, 21 de julho de 2011

Toesa alerta sobre perigos da automedicação

A automedicação é um hábito perigoso e comum entre muitas pessoas. É fácil conhecer alguém que já tomou um medicamento sem prescrição médica, seja para aliviar uma dor de cabeça, ou curar algum problema mais sério. De acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria Farmacêutica (Abifarma), 20 mil pessoas morrem anualmente no Brasil em decorrência da automedicação.

Para Jaqueline Vasconcelos, enfermeira da Toesa, a automedicação é caracterizada por “utilização de qualquer fármaco decidido pelo próprio indivíduo ou até mesmo influenciado por pessoas não habilitadas, descumprimento da prescrição  (alteração do tempo ou da posologia), reutilização de receitas antigas e compartilhamento de medicamentos entre familiares”.

As pessoas que se automedicam, de modo geral, não têm a exata noção do perigo. Imaginam que tomar um simples analgésico para diminuir alguma dor não oferece riscos. As propagandas de medicamentos, por outro lado, são mais extensivas que campanhas em prol do uso responsável de remédios, ou seja, com prescrição médica.

De acordo com Jaqueline, “as pessoas se automedicam devido à cultura, fatores relacionados à economia e facilidade de compra sem a receita médica. Porém, as consequências são danosas à saúde, pois além de mascarar sintomas de doenças mais graves, este ato provoca resistência bacteriana, cascata de hipersensibilidade, sangramento digestivo, além de ser um  fator de risco para algumas neoplasias”.

No aparecimento de qualquer sintoma, o ideal a se fazer é procurar seu médico para esclarecimentos. Além de oferecer sérios riscos à saúde, a medicação sem cumprir a receita médica pode contribuir para o surgimento de outras doenças. 

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